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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Briga de cervejas pode tirar Ronaldo de propaganda na TV

Fonte: Portal Terra


Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária (Conar) aceitou na última segunda-feira uma denúncia feita pela cervejaria Schincariol contra propaganda veiculada pela rival Brahma com o atacante Ronaldo, que iria contra o código de ética do mercado publicitário brasileiro.

De acordo com a denúncia, a campanha vincularia o sucesso do jogador ao consumo de cerveja e o forte apelo de Ronaldo com o público infantil impossibilitaria sua aparição em anúncios deste tipo. Além disso, o código do Conar veta associação de atletas com uniforme de esportes olímpicos em propagandas de bebidas alcoólicas.

Segundo informações do órgão regulador, os representantes do conselho de ética devem julgar o caso em 20 ou 30 dias. O criador da campanha, Eduardo Martins, da agência África, é membro do conselho, mas não poderá votar neste caso, por ser uma das partes interessadas.

A assessoria da Ambev, grupo da marca Brahma, afirmou nesta quinta-feira que ainda não foi notificada da denúncia. No entanto, alguns ajustes já foram feitos no comercial, como a substituição da fala de Ronaldo "eu sou brahmeiro" por "eu sou guerreiro". A nova peça é veiculada desde o último domingo.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Flamengo e Nike perto de oficializar fim da parceria

Multinacional, que tem contrato com o clube até julho, tinha prazo até quarta-feira, 8, para cobrir proposta da Olympikus, marca da Vulcabras, de cerca de R$ 20,6 milhões por ano

Fonte: Meio&Mensagem


Depois de encerrar o casamento de quase 25 anos com a Petrobras no início deste mês, o Flamengo está perto de colocar um ponto final em outro contrato de patrocínio, desta vez com a Nike. Nesta quarta-feira, 8, expirou o prazo dado pelo rubro-negro para que a empresa de material esportivo cobrisse a oferta feita pela Vulcabras, por meio da marca Olympikus, de um contrato de R$ 20,6 milhões por ano.

O rubro-negro chegou a anunciar a assinatura de um acordo com a Olympikus no ano passado e utilizou um uniforme com três interrogações no lugar do símbolo da Nike durante o Campeonato Brasileiro, mas voltou atrás depois que a empresa entrou na justiça. O clube agora espera apenas a formalização do fim do contrato, que expira em julho, para anunciar oficialmente o novo parceiro. O contrato com a Nike rendia R$ 7,5 milhões por ano, dos quais R$ 2,5 milhões eram em material.

A Nike informou por meio de sua assessoria de imprensa que o "caso está na Justiça e por estar na Comissão de Arbitragem ele é sigiloso. Em razão disso não emitirá nenhuma opinião a respeito". Vulcabras e Flamengo não retornaram às ligações do M&M Online.

Na época do anúncio do contrato com a Olympikus, no ano passado, os parceiros informaram que o contrato previa, além do fornecimento de material esportivo, a inauguração de 10 lojas do clube nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste (que renderia 10% de royalties sobre o faturamento aos cofres do time), além da construção de um museu (com investimento de até R$ 8 milhões) e uma loja na sede da Gávea.


quarta-feira, 8 de abril de 2009

Marca Bradesco lidera ranking das mais valiosas


Fonte: Meio e Mensagem



Em ano de crise, instituição financeira é a campeã da lista brasileira da Brand Finance, que aponta as marcas de maior valor no mercado

Passada ao menos a primeira fase da crise financeira global, o Bradesco desponta como a marca mais valiosa do Brasil, repetindo a posição alcançada no ano de 2009. O ranking foi divulgado pela empresa de avaliação de marcas Brand Finance, que anualmente, lista as marcas de maior valor, em diferentes países.

O resultado divulgado pelo ranking é um retrato das organizações no final de 2008, quando a turbulência econômica mexia com os ânimos da indústria nacional e internacional e já começava a mostrar seus primeiros impactos no setor financeiro.

No Brasil, a empresa campeã do ranking (Bradesco) possui um valor de marca de R$ 16,27 bilhões, de acordo com a Brand Finance. O banco ainda recebeu o conceito 'A' na categoria "Força de Marca". Em segundo lugar aparece outra instituição financeira, o Itaú, cuja marca foi avaliada em R$ 11,81 bilhões. O Banco do Brasil aparece na terceira posição, com um valor de marca avaliado em R$ 7,42 bilhões.

Entre os destaque do ranking de 2009, a Vivo aparece com um salto significativo da nona para a sexta posição, com um valor avaliado em R$ 5,93 bilhões. A Fiat também subiu três posições no ranking, vindo da 13ª para a décima posição, com sua marca estimada em R$ 5,1 bilhões de reais.

Em termos gerais, a somatória dos valores das marcas do ranking foi 5,7% superior à avaliação do ano passado. Paradoxalmente, o valor de mercado (na bolsa de valores) das corporações listadas pela Brand Finance caiu 25,3 % (ou R$ 351,6 bilhões) em comparação ao ano de 2008.

A Brand Finance apontou um aumento do valor de marca de empresas do segmento de bancos, de alimentos, lojas de departamentos, supermercados, bebidas, seguros e saúde, eletrônicos, produtos diversos, materiais de construção, calçados e motocicletas.

Confira a primeira metade da lista das marcas mais valiosas do Brasil, pelo relatório da Brand Finance.

1- Bradesco
2- Itaú
3- Banco do Brasil
4- Volkkswagen
5- Ambev
6- Vivo
7- Petrobras
8- General Motors
9- Oi / Telemar
10- Fiat
11- Nestlé
12- Casas Bahia
13- Unilever
14- Telefônica
15- Carrefour
16- Vale
17- Caixa
18- Pão de Açúcar
19- Wal-Mart
20- Rede Globo

segunda-feira, 30 de março de 2009

Ponto Frio é colocada à venda

Rede varejista pertencente a Globex Utilidades S.A. enviou fato relevante à Comissão dos Valores Mobiliários mostrando-se aberta a negociações com potenciais compradores

Fonte: Meio e Mensagem



A segunda maior rede de varejo do País está oficialmente à venda. No último sábado, 28, o Ponto Frio enviou, por meio de sua controladora - a Globex Utilidades S.A. - fato relevante à Comissão dos Valores Mobiliários (CVM), comunicando ao mercado que está aberta a negociações com potenciais interessados em adquirir o controle da rede.

A determinação da cúpula da rede em buscar um comprador pode ter sido impulsionada pelo desempenho das vendas dos últimos dois meses, considerado negativo para os negócios da companhia. No último mês de fevereiro, o Ponto Frio amargou uma queda de 15% em seu faturamento em suas vendas em relação ao mesmo período do ano de 2008.

O grupo informou que, até o momento, não havia recebido nenhuma resposta de interesse de alguma organização interessada em efetuar negociações. Apesar disso, o mercado aposta que um forte candidato a comprador pode ser as Lojas Americanas, que, nos últimos três anos, efetuaram as aquisições do canal de vendas Shoptime, do portal de comércio eletrônico Submarino e da rede de locadoras Blobckbuster.

Atualmente, o Ponto Frio possui um total de 445 lojas e obteve, até o terceiro trimestre de 2008, um faturamento de R$ 3,1 bilhões. A conta publicitária da rede é dividida entre a DM9DDB e a Fala ? esta última que, na semana passada, anunciou a fusão de suas operações com a Fischer América.